Do mundo para Algodões: a história por trás do LAUS
Antes dos bangalôs, existiram as viagens. Antes da hospedagem, uma vida inteira de experiências. Esta é a história de como o mar, a Pororoca, uma família e um pequeno paraíso na Bahia deram origem ao LAUS Bangalôs Experience.
Existem lugares que escolhemos.
E existem lugares que, de alguma maneira, parecem escolher a gente.
A história do LAUS Bangalôs Experience começou muito antes de existirem bangalôs, piscinas ou mesmo a ideia de criar uma hospedagem na Praia de Algodões.
Começou com uma vida guiada pelo mar.

Uma vida em movimento
Durante décadas, Serginho Laus construiu uma trajetória ligada ao surf, ao jornalismo, à natureza e à exploração.
O oceano sempre esteve presente, mas foram os rios e um dos fenômenos naturais mais impressionantes da Amazônia que mudaram definitivamente o rumo dessa história: a Pororoca.
Surfando as ondas de maré amazônicas, Serginho tornou-se duas vezes recordista mundial e fez desse universo um projeto de vida.
A busca pelas grandes ondas de maré o levou muito além da Amazônia.
China. Indonésia. Malásia. Índia. França. Inglaterra.
Culturas diferentes, rios diferentes, maneiras diferentes de viajar, comer, dormir, receber e viver.
As expedições ensinaram muito sobre aventura.
Mas ensinaram também sobre hospitalidade.
O que uma vida viajando ensina sobre receber
Quem passa grande parte da vida viajando começa a perceber detalhes que normalmente passam despercebidos.
Uma cama realmente confortável depois de uma longa jornada.
Um bom café pela manhã.
Um banho excelente.
A iluminação certa.
Privacidade.
Silêncio.
Uma pessoa que conhece o lugar e consegue indicar não apenas onde ir, mas principalmente quando ir.
E aquele tipo de atendimento que não parece atendimento.
Parece cuidado.
Em cada destino havia alguma coisa para guardar.
Uma arquitetura.
Um objeto.
Um sabor.
Uma maneira diferente de receber.
E também aquilo que fazia falta.
Sem perceber, décadas de viagens estavam construindo um repertório sobre como seria um lugar onde nós mesmos gostaríamos de nos hospedar.
Até que encontramos Algodões
Depois de conhecer tantos lugares extraordinários pelo mundo, foi na Praia de Algodões, na Península de Maraú, que encontramos algo diferente.
Não era apenas uma praia bonita.
Havia natureza preservada, piscinas naturais, coqueiros, silêncio e uma relação com o tempo muito diferente daquela encontrada nos grandes destinos turísticos.
Algodões ainda permitia uma coisa cada vez mais rara:
viver perto da natureza sem precisar abrir mão do conforto.
Foi aqui que decidimos construir nossa casa.
E criar nossa família.
“É aqui.”
Existe uma lembrança daquele início que nunca esquecemos.
Na primeira noite em que estivemos no terreno onde mais tarde construiríamos nossa vida, uma estrela cadente atravessou o céu.
Pode ter sido apenas coincidência.
Para nós, naquele momento, significou outra coisa.
É aqui.
Mais tarde descobriríamos ainda que aquele terreno fazia parte de uma história antiga da própria região e havia abrigado a sede da antiga Fazenda Algodões.
De alguma forma, nosso projeto começava a criar raízes em um lugar que já carregava suas próprias histórias.
Por que LAUS?
Quando começou a surgir a ideia de criar uma hospedagem, vieram também as dúvidas sobre o nome.
Até que Fernanda fez uma pergunta simples:
“Por que não LAUS?”
Fazia todo sentido.
LAUS já estava associado à nossa família e a uma trajetória construída durante anos entre surf, Pororoca, viagens e expedições.
Mas ainda faltava alguma coisa.
Não queríamos simplesmente construir uma pousada.
Queríamos criar uma experiência.
Assim nasceu o nome:
LAUS Bangalôs Experience.
Em 2022, o projeto começou a receber seus primeiros hóspedes.
Apenas dois bangalôs. Por escolha.
Desde o início decidimos seguir na direção contrária da quantidade.
O LAUS nasceu pequeno.
E queremos preservar essa sensação.
Hoje são apenas dois bangalôs exclusivos, cercados pela natureza de Algodões e próximos ao mar. Cada um possui sua própria piscina privativa e foi pensado para proporcionar conforto, silêncio e independência.
Ter poucas acomodações permite algo fundamental para nós:
conhecer quem está chegando.
Entender o motivo da viagem.
Dar uma dica.
Organizar um passeio.
Indicar o horário da maré.
Ajudar a escolher um restaurante.
Ou simplesmente perceber quando o hóspede não precisa de nada além de tranquilidade.
Pororoca e Silver Dragon
Os nomes dos bangalôs não vieram de uma agência de branding.
Vieram da vida.
Pororoca representa a Amazônia e o fenômeno natural que marcou profundamente a trajetória de Serginho.
Silver Dragon remete à lendária onda de maré chinesa e a outro capítulo das expedições pelo mundo.
Os bangalôs carregam referências dessas viagens em sua identidade e decoração. A ligação entre as acomodações e as ondas de maré que marcaram essa trajetória também faz parte da apresentação histórica do LAUS desde sua origem.
Não são simplesmente dois nomes.
São dois capítulos de uma história transformados em lugares para receber novas histórias.
Fernanda: o outro lado do LAUS
Se as viagens trouxeram repertório, Fernanda Malanski Laus trouxe uma parte essencial da alma do projeto.
Organização, sensibilidade e atenção aos detalhes.
É justamente essa combinação de olhares diferentes que constrói o LAUS.
Serginho traz a aventura, as histórias, o conhecimento do território e uma vida inteira recebendo pessoas em expedições.
Fernanda traz o cuidado, a organização e aquele olhar capaz de perceber os detalhes que transformam um espaço bonito em um lugar acolhedor.
E foi em Algodões que escolhemos criar nosso filho Luca e construir uma nova etapa da nossa história como família.
Por isso, quando dizemos que o LAUS é nossa casa, não estamos usando uma expressão de marketing.
É literalmente nossa casa.
Receber é criar laços
Talvez essa seja a maneira mais simples de explicar nossa filosofia.
Para nós, hospitalidade não termina quando entregamos a chave de um bangalô.
Ela começa ali.
Queremos que nossos hóspedes descubram Algodões de uma maneira mais profunda.
As piscinas naturais no horário certo.
Um restaurante que combina com aquele momento.
Um passeio pela Baía de Camamu.
Uma aula de surf.
Um dia sem programação.
Uma conversa.
Um café da manhã sem pressa.
Hoje, além da hospedagem, o LAUS conecta seus hóspedes a passeios, esportes, gastronomia, bem-estar e diferentes experiências pela Península.
Porque existe uma diferença enorme entre visitar um destino e viver um destino.
Queremos ajudar nossos hóspedes a fazer a segunda coisa.
Crescer sem perder a essência
Temos muitos sonhos para o LAUS.
Novos espaços.
Novas experiências.
Mais tecnologia integrada à natureza.
Novos capítulos inspirados nas viagens e expedições que continuam acontecendo.
Talvez, no futuro, até outras bases LAUS em lugares que consideramos extraordinários.
Mas existe algo que não queremos mudar:
a escala humana.
Queremos continuar sabendo quem chegou.
Continuar conversando durante o café.
Continuar indicando aquele lugar que ainda não aparece nos guias.
Continuar melhorando cada detalhe sem transformar o LAUS em algo impessoal.
Crescer, para nós, não significa necessariamente ter muito mais.
Significa fazer cada vez melhor.
Uma história que continua
Talvez o LAUS seja difícil de definir porque ele nasceu da mistura de muitas coisas.
Surf.
Amazônia.
Bahia.
Viagens.
Família.
Natureza.
Hospitalidade.
Algodões.
Mas existe um fio que conecta tudo isso:
experiências.
Durante grande parte da vida, viajamos pelo mundo atrás delas.
Hoje, encontramos um lugar onde podemos compartilhá-las.
Você chega como hóspede.
Descobre um pouco das nossas histórias.
Vive Algodões do seu jeito.
E, quando vai embora, esperamos que leve uma nova história junto com você.
Porque o LAUS nasceu das histórias que vivemos.
E continua existindo pelas histórias de quem passa por aqui.
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